Neste 5 de maio, data em que é celebrado o Dia Mundial da Língua Portuguesa, que tal reler Luís de Camões, Eça de Queiroz, Cecília Meireles ou Jorge Amado? Estes são alguns dos expoentes da literatura de Brasil e Portugal que têm obras disponíveis para empréstimo no MEC Livros, a mais nova biblioteca digital brasileira.Lançada há exatamente um mês pelo Ministério da Educação, como forma de democratizar o acesso à leitura entre os brasileiros, a plataforma já tem 600 mil usuários registrados e aumentou o seu acervo para 25 mil obras. Qualquer pessoa que tenha uma conta Gov.br pode alugar um livro de graça, independente do país de residência.Para entrar na biblioteca, basta baixar o aplicativo para o celular ou acessar o site. O login é feito através do Gov.br. Após o registro, é possível buscar as obras por categorias como literatura, poesia, romance, infantil, mas também há sugestões em seções variadas, como em alta, best-sellers, páginas nordestinas e livros premiados.Clique aqui e siga o canal do DN Brasil no WhatsApp!Além dos clássicos da literatura em língua portuguesa, há fenômenos internacionais como a saga Harry Potter, Anne de Green Gables, livros da autora sul-coreana Han Kang, Dostoiévski, Jane Austen e muito mais.Para quem está na escola em Portugal, é possível encontrar várias obras que constam na lista de leituras recomendadas e obrigatórias para os estudantes. Por exemplo: O Pequeno Príncipe e Robinson Crusoe para os alunos do 6º ano; A Abóbada, de Alexandre Herculano, para quem está no 7º; O Alienista, de Machado de Assis, é obrigatório no 9º; e Mensagem, de Fernando Pessoa, para os finalistas no 12º ano.O poeta português, aliás, aparece com três obras entre as dez mais buscadas do MEC Livros neste Dia Mundial da Língua Portuguesa..O DN Brasil é uma seção do Diário de Notícias dedicada à comunidade brasileira que vive ou pretende viver em Portugal. Os textos são escritos em português do Brasil..Portugal define calendário de matrículas do próximo ano letivo. Saiba como validar histórico escolar do Brasil.Escritor Álvaro Filho. “Luta de Portugal em preservar o idioma é uma batalha perdida”