Atualmente, são 11 unidades, sendo oito geridas pelos fundadores e três por franqueados.
Atualmente, são 11 unidades, sendo oito geridas pelos fundadores e três por franqueados.Foto: DR

Braza quer transformar comida de shopping em destino de churrasco

Grupo está em plena expansão, com negociação de duas novas lojas em Lisboa e uma em Coimbra, conta ao DN Brasil o sócio-proprietário José Luiz Penha.
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Comer num centro comercial é muitas vezes associado a uma refeição rápida para “desenrascar”. Mas o Braza quer mudar essa mentalidade: a ideia é que as pessoas visitem o espaço para comer churrasco. “O nosso objetivo é mesmo esse, fazer com que o Braza seja um destino, mesmo com essa cultura de que a comida de shopping é apenas para desenrascar”, conta ao jornal o sócio-proprietário José Luiz Penha.

A rede opera desde 2021, com foco em centros comerciais desde 2022, após uma experiência bem-sucedida no Via Catarina, no Porto. “Foi quando inaugurámos a primeira loja em centro comercial que o Braza começou a mudar de estratégia e de visão”, relata.

Os sócios já tinham experiência com centros comerciais. Em Portugal, procuravam aquilo que muitos brasileiros e brasileiras também procuram: um ambiente seguro para a família e oportunidades para prosperar nos negócios.

Após quatro anos, José destaca que a operação está sólida, atribuindo o sucesso à atenção aos detalhes. “Escolhemos um prato maior do que o da concorrência e talheres que cortam realmente a carne. Percebemos que, na concorrência, muitas vezes usam facas que não cortam bem. Por isso, optámos por uma faca diferenciada, um garfo melhor e uma bandeja maior, para dar mais conforto ao cliente”, explica.

Atualmente, são 11 unidades, sendo oito geridas pelos fundadores e três por franqueados, duas em Lisboa e uma em Coimbra. Além do churrasco, o carro-chefe é o pudim brasileiro, feito com leite condensado.

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Para manter a qualidade neste modelo, foi criada uma estratégia de formação de líderes. “Já não conseguimos estar presentes em todas as operações, por isso investimos muito em desenvolver líderes, com um programa de formação bastante abrangente”, destaca o empresário.

Foram criadas academias internas, tanto para líderes como para os restantes colaboradores. No total, são 150 profissionais, na sua maioria brasileiros.

Em 2025, foram vendidas mais de 40 toneladas de carne, servindo mais de 700 mil clientes. Ao olhar para a evolução do negócio, José considera que as decisões foram acertadas. “Estamos muito realizados. Trabalhamos muito, mas quando olhamos para trás vemos o quanto evoluímos nestes cinco anos de operação e mantemos o foco total”, afirma.

O empresário revela ainda que o plano passa por expandir para 35 lojas no país nos próximos cinco anos. Atualmente, o grupo está a negociar três novos espaços, dois em Lisboa e um em Coimbra e já tem outra abertura confirmada. No verão, será inaugurada a 12.ª loja, no Parque Nascente, no Porto.

amanda.lima@dn.pt

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